PU#A INSPIRAÇÃO

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Somos autores.

Somos designers.

Somos criadores da nossa própria obra.

Somos propostas de nossas vivências.

Somos reflexo da nossa existência.

 

A experiência de trabalhar uma década junto ao mercado de Arte nos ajudou a construir nossas crenças particulares sobre o significado da expressão “o criador da sua própria obra”.  Foi uma experiência fantástica que resultou em um questionamento profundo sobre os limites da criação do artista, de sua produção e seus meios de divulgação. O que é uma reprodução? O que significa homenagem? E a inspiração? Onde encontrá-la? Até onde se deve creditar a alguém a autoria de algo?

 

Será que os artistas se copiam? O que seria da História se as pessoas não compartilhassem seus pensamentos? E o que seria da Arte se os artistas não pudessem aprender com outros artistas? Todos ainda estariam inventando a roda, ou não? Aqueles que se inspiram na fita Möbius devem pagar direitos autorais ao Möbius ou ao matemático que desenvolveu o símbolo do infinito? Os que buscam inspiração na natureza precisam remunerar e recompensar Deus?

Será que somos todos autores de tudo?

 

Hoje, as Artes Plásticas servem como fonte de inspiração não apenas para os próprios artistas, como para diversos outros segmentos profissionais. No nosso caso, o Design.

 

“Sem uma estrutura-conceito

não há desenvolvimento”

— Lygia Clark

 

Conhecer o Movimento Neoconcreto Brasileiro nos levou à criação de uma coleção próxima não apenas dos conceitos artísticos, mas, também, de seus processos fabris, como o sistema de numeração das peças, para, enfim, misturá-los aos parâmetros funcionais do design.

 

Aqui, apresentamos o resultado da nossa própria busca, do que estudamos, aonde permeamos. Esta série completa uma fase, uma crítica, um agradecimento e também uma grande conquista.

 

 

(Title translation)

Pura inspiração - pure inspiration

Puta inspiração - fucking good inspiration

Pura piração - pure freak out

Puta piração - fucking good freak out

produtos l

products

exposições l

exhibition

mídias l

press

We are authors.

We are designers.

We are creators of our own work.

We are proposers of our own experience.

We are a reflection of our existence.

 

With a decade’s experience working in the art market we built our particular beliefs about the meaning of the expression “the creator of his own work.” It was a fantastic experience, which resulted in a profound questioning of the limits of the artist’s creation, its production and its outreach. What is a reproduction? What does tribute means? And inspiration, where do we find it? Where is the limit where someone must credit the authorship of something to someone?

 

Do artists copy themselves? What would history be if thoughts were not shared? And what would art be if artists could not learn from other artists? Would they still be inventing the wheel, or not? Those who are inspired by the möbius strip must pay royalties to möbius or the mathematician who developed the infinity symbol? Those who seek inspiration in nature need to remunerate and reward god?

 

Are we all authors of everything?

 

Today, the fine arts serve as a source of inspiration not only for artists themselves, as but also for designers.

 

“without a structured concept, there’s no development”.

- lygia clark -

 

Our knowledge in the Brazilian neoconcrete artistic movement led to the creation of our next collection not only of artistic concepts, but also their manufacturing processes, like the numbering system of the pieces, finally mixing them to functional design parameters.

 

Here, we present the result of our own research, for ourselves, our beliefs and where we permeate. This series completes a stage, a critique, a thank you and is a great achievement.

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